By Graça Marinho

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domingo, 28 de março de 2010

Button vence, Massa é 3º e GP da Austrália traz emoção de volta à F-1

GP da Austrália

AFP PHOTO / Torsten BLACKWOOD
Kubica, Button e Massa comemoram pódio conquistado no GP da Austrália

PROVA IMPREVISÍVEL EM MELBOURNE

AP Photo/Rob Griffith
Após a largada, Fernando Alonso andou ao contrário e caiu para último, mas se recuperou


Button também bateu no começo, mas acabou vencendo pela segunda vez seguida na Austrália

Depois da abertura da temporada no Bahrein, não se falou em outra coisa: alguma coisa tinha que ser feita para diminuir a chatice da Fórmula 1. Quem tratou de resolver esse problema foram os próprios pilotos, que no GP da Austrália deste domingo enfrentaram chuva, superaram acidentes e protagonizaram ultrapassagens que fizeram a vitória de Jenson Button mais emocionante até mesmo do que as provas do começo do ano passado, quando o mesmo inglês dominou o circuito.

Vencedor com a McLaren pela primeira vez, Button largou em quarto lugar, mas contou com uma boa estratégia de troca de pneus e, principalmente, com a sorte. Porque, se não fosse o problema nos freios de Sebastian Vettel, a vitória deveria ficar mesmo com o alemão, que saiu na pole position e outra vez lamentou a falta de confiabilidade de sua Red Bull. Confirmando a imprevisibilidade da prova, o polonês Robert Kubica levou a Renault a uma heroica segunda posição, após sair em nono.
Felipe Massa chegou em terceiro lugar e obteve seu segundo pódio seguido, beneficiado após uma boa largada. O brasileiro somou 33 pontos e encostou no companheiro Fernando Alonso. Ao contrário do brasileiro, o espanhol da Ferrari foi o maior prejudicado na saída, mas conseguiu chegar bem após uma corrida de recuperação e manteve a liderança do Mundial com 37 pontos.

Tive um começo fantástico. Estou feliz porque a corrida foi difícil, a pista estava muito escorregadia e a aderência estava baixa em todos os lugares”, comentou Massa.

Rubens Barrichello fez uma corrida discreta e provou que, de fato, o bom desempenho da Williams no treino de classificação era o limite do carro. Ele largou em oitavo e chegou nesta mesma posição.

Já o brasileiro Lucas di Grassi resistiu bastante com sua Virgin, e ficou na corrida durante 25 voltas. Bruno Senna durou bem menos: abandonou logo no sexto giro, enquanto seu companheiro Karun Chandhok chegou quatro voltas atrás do líder, mas levou a Hispania a completar sua primeira corrida na Fórmula 1.

A corrida

Logo antes da largada, começou a chover, e a movimentação começou com a mudança para pneus intermediários antes mesmo dos motores roncarem. Quando a luz verde acendeu, Felipe Massa arrancou de quinto para segundo lugar. Atrás dele, uma batida entre três campeões mundiais esquentou a corrida. Alonso, Schumacher e Button se enroscaram, e o espanhol ficou no sentido contrário do trajeto, caindo para a última posição.

PÓDIO INÉDITO NA AUSTRÁLIA

AP Photo/Mark Baker

Após chegar em terceiro lugar, Felipe Massa comemora seu melhor início de temporada

Não demoraria muito para que a Ferrari de Alonso recuperasse as posições. Button também voltou para a corrida, e quem levou a pior foi Michael Schumacher, que precisou voltar aos boxes e chegou a tomar um “X” da Virgin de Lucas di Grassi na tentativa de sair das últimas posições.

Antes disso, o safety car esteve na pista até a quinta volta, por conta de uma forte batida envolvendo Buemi, Kobayashi e Hulkenberg. Tudo começou com o japonês, que perdeu a asa dianteira atrás do suíço, perdeu o controle e acertou em cheio o alemão da Williams. Além dos três, quem saiu logo no começo foi Bruno Senna, que teve os mesmos problemas hidráulicos dos treinos e parou na pista.

No pelotão da frente, Massa não durou muito na segunda posição. Sua Ferrari perdeu força e acabou sendo ultrapassada por Webber. Porém, tudo mudaria depois que Button colocou pneus de pista seca e começou a andar mais rápido.

"Eu estava sofrendo muito com os pneus intermediários, então pensei 'vamos colocar o slick', e na hora que saí do pit pensei que foi uma decisão catastrófica, porque escapei da pista. Mas depois percebi que o ritmo ficou melhor e provou ser a aposta certa", explicou o vencedor.

As equipes perceberam a necessidade da troca, e todos os carros foram para os boxes. A Ferrari trabalhou mal com Felipe Massa, que ganhou posição de Webber, mas perdeu para Rosberg e Kubica.

Após todas as trocas, na 11ª volta, Vettel seguiu na ponta, seguido por Button e Kubica. Alonso já estava entre os dez primeiros, e Webber ia para a brita após um toque de Hamilton. Neste pelotão, as trocas de posição eram constantes. Quem esperava uma corrida com mais ultrapassagens não teve do que reclamar.

Na 26ª volta, o pior aconteceu de novo para Sebastian Vettel. O alemão, que seguia livre na liderança, teve problemas no freio, perdeu o controle sozinho e foi para a brita, repetindo a decepção do Bahrein, quando também largou na pole e chegou em quarto. Desta vez foi bem pior, porque ele teve que abandonar a corrida.

Quando Vettel saiu da pista, a McLaren já comemorava, pois naquele momento Button assumia a ponta e Hamilton vinha em terceiro, com tudo para cima do vice-líder Kubica. Mas não foi fácil ultrapassar o polonês. Hamilton acabou indo para os boxes, e saiu da briga pela liderança.

Perto do final da prova, os pneus da Ferrari começaram a se desgastar, o que deu margem para Lewis Hamilton atacar o rival Fernando Alonso, velho conhecido das rixas na McLaren em 2007. O inglês foi tão agressivo que acabou saindo da pista, após falhar na tentativa de ultrapassagem e ser atingido por Mark Webber. Toda essa briga foi favorável mesmo a Jenson Button, que chegou à sua oitava vitória na Fórmula 1, com direito a bandeirada de John Travolta.

Posição PilotoEquipeTempo
Jenson ButtonMcLaren1h33min36s531
Robert KubicaRenaulta 12s034
Felipe MassaFerraria 14s488
Fernando AlonsoFerraria 16s304
Nico RosbergMercedesa 16s683
Lewis HamiltonMcLarena 29s898
Vitantonio LiuzziForce Indiaa 59s847
Rubens BarrichelloWilliamsa 1min00s536
Mark WebberRed Bulla 1min07s319
10ºMichael SchumacherMercedesa 1min09s391
11ºJaime AlguersuariToro Rossoa 1min11s301
12ºPedro de la RosaSaubera 1min14s084
13ºHeikki KovalainenLotusa 2 voltas
14ºKarun ChandhokHispaniaa 4 voltas
15ºTimo GlockVirginNão terminou
16ºSebastian VettelRed BullNão terminou
17ºLucas di GrassiVirginNão terminou
18ºAdrian SutilForce IndiaNão terminou
19ºVitaly PetrovRenaultNão terminou
20ºBruno SennaHispaniaNão terminou
21ºSébastien BuemiToro RossoNão terminou
22ºNico HulkenbergWilliamsNão terminou
23ºKamui KobayashiSauberNão terminou
24ºJarno TrulliLotusNão terminou

Melhor volta: Mark Webber - 1min28s358

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Fonte: www.uol.com.br

sexta-feira, 26 de março de 2010

Lewis Hamilton dribla a chuva no segundo treino e faz o melhor tempo desta sexta

Inglês lidera dobradinha da McLaren no primeiro dia de atividades em Melbourne. Rubens Barrichello fica em nono e Felipe Massa, em 14º

Não era futebol, mas um drible foi decisivo na decisão do melhor tempo desta sexta-feira de treinos livres para o GP da Austrália. Um drible no mau tempo. Antes da segunda sessão, uma chuva rápida molhou a pista, mas ainda a deixou em condições para o uso dos pneus slicks. Foi aí que a McLaren colocou o composto macio no carro de Lewis Hamilton, que saiu rapidamente dos boxes. A sacada foi decisiva e rendeu a melhor volta do dia para o inglês, com 1m25s801.

Agência/EFE
Com tempo marcado no início do segundo treino livre, Lewis Hamilton foi o melhor da sexta-feira

Logo após a volta de Hamilton, a chuva apertou e tornou o asfalto impraticável para os slicks. Ele ficou 275 milésimos à frente de Jenson Button, seu companheiro, que completou a dobradinha da McLaren nesta sexta-feira com a segunda posição. O atual campeão da Fórmula 1 só conseguiu o tempo de 1m26s076 no fim do treino da tarde, quando a pista já estava mais seca, mas ainda longe do nível de aderência dos primeiros minutos da sessão.

Agência/Getty Images
Robert Kubica foi o melhor no treino da manhã
O local Mark Webber, da RBR, conseguiu um excelente terceiro tempo, para delírio das cheias arquibancadas do circuito de rua montado no Albert Park. De quebra, o australiano ainda conseguiu superar, com folga, o companheiro Sebastian Vettel, que foi apenas o 15º desta sexta-feira, 12 posições e 1s4 atrás. O heptacampeão Michael Schumacher, da Mercedes, ficou em quarto e superou Nico Rosberg, o 11º, conhecido como "Rei das sextas-feiras", no duelo do time alemão. Melhor da manhã, Robert Kubica, da Renault, conseguiu o décimo lugar no geral.

Rubens Barrichello foi o melhor brasileiro do dia, com a nona posição nos tempos combinados das sessões. O piloto superou Nico Hulkenberg, da Williams, o 15º colocado, por seis posições. Na Ferrari, Felipe Massa ficou em 14º lugar, três postos à frente do espanhol Fernando Alonso, o 17º. Contudo, a equipe italiana optou por não forçar seus carros no chuvoso treino da tarde e os dois pilotos não chegaram a usar os pneus macios.

Lucas di Grassi e Bruno Senna, estreantes nesta temporada, continuam a sofrer com os problemas de suas equipes. Os dois marcaram tempos apenas no treino da manhã, enquanto à tarde o piloto da VRT sofreu com problemas na telemetria e ficou na 23ª posição do dia. Já o brasileiro da Hispania teve uma falha na bomba de combustível e foi apenas o 24º.

Confira os melhores tempos do primeiro dia de treinos em Melbourne:
1 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m25s801 (35 voltas)
2 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m26s076 (38)
3 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m26s248 (44)
4 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m26s511 (35)
5 - Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1m26s732 (51)
6 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - 1m26s832 (50)
7 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - 1m26s834 (22)
8 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes) - 1m26s835 (35)
9 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - 1m26s904 (43)
10 - Robert Kubica (POL/Renault) - 1m26s927 (50)
11 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m26s956 (40)
12 - Pedro de la Rosa (ESP/Sauber-Ferrari) - 1m27s108 (38)
13 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1m27s455 (28)
14 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m27s511 (39)
15 - Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth) - 1m27s545 (51)
16 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m27s686 (42)
17 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m27s747 (40)
18 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - 1m28s537 (25)
19 - Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - 1m28s572 (64)
20 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth) - 1m29s860 (41)
21 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth) - 1m30s695 (30)
22 - Timo Glock (ALE/VRT-Cosworth) - 1m32s117 (17)
23 - Lucas di Grassi (BRA/VRT-Cosworth) - 1m32s831 (27)
24 - Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth) - 1m33s401 (24)
25 - Karun Chandhok (IND/Hispania-Cosworth) - 1m34s251 (20)


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Fonte: Globo.com

domingo, 21 de março de 2010

Ayrton Senna hoje estaria com 50 anos

Ayrton Senna: 50 anos do homem que fez o Brasil acordar cedo aos domingos

Para ser bem sucedido na Fórmula 1, categoria mais famosa do automobilismo mundial, reza a lenda que o piloto deve sentir seu monoposto, com as mãos sendo uma prologação do volante, o coração uma máquina que pulsa junto ao motor, raivoso e temperamental, tal como a personalidade de um grande campeão dentro das pistas.

No Brasil, este piloto existiu. Nascido em 21 de março de 1960, Ayrton Senna da Silva, conviveu com a velocidade das pistas desde pequeno. Após ganhar um kart, presente rejeitado por sua irmã Viviane, aos três anos de idade, Senna surgiu como menino-progídio na juventude, sendo campeão da Fórmula 3 Inglesa no começo da década de 80.

Em 1984, Ayrton fez sua estreia na Fórmula 1 com um carro da equipe Toleman. Sua primeira vitória viria no GP de Portugal, sob forte chuva, tempo predileto de Senna. O piloto foi para a Lotus em 1985, ganhando seis corridas em três temporadas. Em 1988, formou uma dupla histórica na McLaren ao lado do francês Alain Prost, ganhando seu primeiro título da categoria aos 28 anos.

A rivalidade com Prost, aliás, é tida como uma das mais acirradas da história da Fórmula 1, com histórias de ultrapassagens, colisões e bate-bocas memoráveis. Senna foi campeão mais duas vezes, em 1990 e 1991, sendo o título de 90 decidido de uma forma bastante controversa devido a uma colisão com Prost.

Em seu último ano na escuderia inglesa, Senna, com um carro limitado, conquistou um surpreendente vice-campeonato. Em 1994, foi para a então dominante equipe Williams-Renault, onde encerrou sua carreira num trágico acidente na sétima volta do GP de San Marino, disputado no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, testemunhado ao vivo por milhões de fãs em todo o mundo.

Apesar de feroz dentro do circo da Fórmula 1, Senna tinha uma personalidade humana e compassiva. Sendo um homem profundamente religioso, Ayrton usou parte de sua fortuna para criar o Instituto Ayrton Senna, com o propósito de ajudar crianças carentes.

Elevado a status de ídolo, Ayrton Senna segue até hoje como uma das personalidades esportivas mais reconhecidas e celebradas pelo povo brasileiro, que aprendeu a acordar cedo nas manhãs de domingo e acompanhar vivamente as corridas. Ayrton Senna era mais do que um simples piloto. Ayrton Senna era do Brasil.



Senna que saudade!!!! GM
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Fonte: http://www.sidneyrezende.com/noticia - Por: Caio Texeira|Fórmula 1 | 21/03/2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

Sala São Paulo sob a Regência de Rodrigo de Carvalho teremos a Orquestra Sinfônica Municipal

ENTRADA FRANCA - Domingo 28.03 às 11 horas - Sala São Paulo sob a Regência de Rodrigo de Carvalho, a Orquestra Sinfônica Municipal apresentam obras de destacados compositores como Z. Kodály, R. Strauss e J. Sibelius

Para domingo 28 de março, às 11 horas, na Sala São Paulo o Maestro Rodrigo de Carvalho, regente titular da OSM, elaborou um programa que ira propiciar ao público a chance de conferir belíssimas obras de destacados compositores como Z. Kodály, R. Strauss e J. Sibelius.

No repertório elaborado para a primeira apresentação sob regência de Rodrigo de Carvalho, no projeto Concertos Matinais de 2010, a Orquestra Sinfônica Municipal abrirá o concerto com a obra raramente tocada e com certeza será uma descoberta para o público presente, “Noite de Verão” do compositor húngaro Zoltán Kodály, logo após será reproduzida a peça “Concertino Dueto” do compositor e maestro alemão Richard Strauss, com um dueto de clarinete e foguete dos solistas Otinilo Pacheco (clarineta) e Ronaldo Pacheco (fagote) e finalizando o concerto será executada uma das mais belas sinfonias do Século XX, a “Sinfonia nº 5” do compositor finlandês Jean Sibelius.


Sala São Paulo

Regência: Rodrigo de Carvalho

Orquestra Sinfônica Municipal

Solistas:

Otinilo Pacheco - clarinete

Ronaldo Pacheco - fagote


Dia: 28 de março de 2010

Horários: Domingo, 11h

Ingressos: disponíveis na Bilheteria da Sala São Paulo a partir de 22 de março das 10h as 18h - limitados a ingressos 4 por pessoa.

Classificação: Livre para todos os públicos

Praça Júlio Prestes, 16 Campos Elíseos - São Paulo - SP.

Tel.: 11 3223 3966

Capacidade: 1400 lugares

Acesso para deficientes

Ar Condicionado

Estacionamento: R$ 5,00 (entrada pela Rua Mauá, 51)


Regente Rodrigo de Carvalho

Aos 35 anos, o Maestro Rodrigo de Carvalho é o mais jovem regente a ocupar a posição de Regente Titular da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo que conta atualmente com 110 músicos. Além de diretor musical da OSM de São Paulo, é o principal regente convidado permanente da Orquestra Sinfônica MÁV de Budapeste e diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí.

Nascido em São Paulo, Rodrigo de Carvalho iniciou seus estudos musicais ao violino e piano, no Conservatório de Tatuí, no interior paulista, por influência de sua mãe que é professora desta renomada instituição de ensino musical.

O que inicialmente era obrigação se transformou em paixão ao contato real com o mundo dos sons instrumentais. Sempre muito interessado, dedicado e observador do trabalho de instrumentistas, maestros e compositores, Rodrigo desde pequeno soube que sua vida seria vivida dentro deste universo.

Depois de passar 4 anos em Campinas, onde além de cursar a Unicamp, foi violinista da Sinfônica local, veio a se graduar, summa cum laude, em regência orquestral na Academia de Música Ferenc Liszt de Budapeste, onde estudou com Ervin Lukács, como bolsista da Fundação VITAE, durante cinco anos. Logo após, concluiu pós-graduação com Leopold Hager na Universidade de Música e Artes Performáticas de Viena, onde morou por 3 anos.

Atuou ativamente em masterclasses com renomados maestros como Kurt Masur, Neeme Järvi, Bernard Haitink, Rudolf Barshai e Jorma Panula e foi selecionado para todos os principais concursos internacionais de regência orquestral.

Cativou especialistas e platéias em apresentações na Itália, França, Alemanha, Espanha, Áustria, Polônia, Dinamarca, Finlândia, Estados Unidos, Canadá e México, tendo recebido entusiasmadas críticas.

No Brasil, foi regente convidado da Orquestra Sinfônica Brasileira, Filarmônica de Manaus, Sinfônica de Campinas e da Paraíba, além da Orquestra de Câmera da Osesp.

Dedicado à divulgação do repertório raramente apresentado, tem sido responsável por inúmeras primeiras audições pelos palcos que tem atuado.

Como regente de ópera, Rodrigo de Carvalho realizou turnê por 15 cidades húngaras com a ópera “O Empresário”, de Mozart, com a Orquestra Sinfônica de Szombathely, onde foi regente associado durante três temporadas. No Brasil, regeu com grande sucesso a premiada produção da ópera “O Castelo do Barba-Azul”, de Bartók, além das estréias brasileiras de “O Urso” de W. Walton e “Palestra sobre Pássaros Aquáticos”, de D. Argento. No ultimo ano dirigiu musicalmente a produção de ”Dido e Enéas” em Tatuí.

Além do erudito, Rodrigo também colabora com artistas populares como Jon Lord (ex-Deep Purple) e Ute Lemper.

Como produtor musical, o Maestro Rodrigo de Carvalho está preparando o lançamento de um CD da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, gravado no Teatro Municipal, a ser lançado no dia 30 de abril, pelo selo Lua Classic.

Solistas

Otinilo Pacheco - Clarinete

Primeiro "clarinetista solista" da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, professor fundador e primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica de Santo André e professor da Universidade Livre de Música em São Paulo, e desde 1994 ministra aulas para o Festival de Campos de Jordão (núcleo Tatuí), além de ser professor colaborador da Associação Brasileira de Clarinetistas.

Ronaldo Pacheco – Fagote

Primeiro fagonetista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Natural de Belém do Pará. Foi vencedor por duas vezes do Concurso Jovem Solista da Orquestra Sinfônica Estadual de São Paulo. Bacharel em fagote pela Faculdade Carlos Gomes. É professor da Orquestra Sinfônica de Santo André e do Instituto Baccarelli. Membro da Orquestra Jazz Sinfônica.

terça-feira, 16 de março de 2010

Schumacher: 'Seria estranho dizer que entraria e daria voltas em todos'

Alemão diz que não conseguiu tirar tradicional cochilo antes da largada

Agência/AFP
Schumacher lidera fila de carros no Bahrein

Após o sexto lugar no GP do Bahrein, Michael Schumacher disse que nunca esperou repetir o desempenho dos velhos tempos em seu retorno à Fórmula 1. O alemão foi apenas discreto na corrida e ficou muito longe de Nico Rosberg, seu companheiro na Mercedes.

Apesar das expectativas colocadas em Schumacher por causa de sua carreira vencedora, o alemão insistiu que não esperava um desempenho arrebatador desde o início do ano. Ele ficou feliz com o resultado.

- Um dia após meu retorno, estou extremamente bem. Graças ao condicionamento físico, a corrida não foi tão difícil e não fiquei exausto. Parte disso aconteceu graças aos pneus, que, no calor, não permitiam mais velocidade. No geral, estou muito feliz e orgulhoso com a maneira que as coisas transcorreram, considerando que estive completamente fora por três anos. Seria estranho dizer que entraria e daria voltas em todos. Nunca disse isso - diz Schumacher.

O alemão confessou não ter ficado ansioso por seu retorno à categoria. No entanto, os eventos programados para o domingo não permitiram que ele dormisse rapidamente antes da largada, como era seu hábito na Fórmula 1.

- O legal é que estava muito calmo e relaxado até a corrida, como nos outros anos. A única coisa que não consegui fazer foi dormir um pouco antes da largada. As fotos e o desfile duraram muito tempo. Só consegui voltar para os boxes e iniciar as preparações.



Vai ver foi a falta da famosa sonequinha antes da corrida que fez com que o heptacampeão não conseguisse chegar em um lugar melhor. rsss...
Mas mesmo assim foi ótimo revê-lo no GP e torço para que o desempenho dele melhore corrida após corrida.
Graça

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Fonte: Globo.com

domingo, 14 de março de 2010

Dobradinha da Ferrari no Bahrein

Ferrari abre o ano com dobradinha, e Alonso supera Massa no duelo interno

Brasileiro volta a subir no pódio oito meses após o acidente da última temporada, mas vitória é do espanhol no Bahrein. Hamilton é o terceiro


O abraço logo após a prova deste domingo foi natural para quem abriu o ano com uma dobradinha incontestável. No duelo interno da Ferrari, contudo, Fernando Alonso tem mais motivos para sorrir do que Felipe Massa. O espanhol ultrapassou o brasileiro logo na largada do GP do Bahrein, superou o alemão Sebastian Vettel na 34ª volta e venceu a primeira prova da temporada no circuito de Sakhir. Mas a festa do bicampeão mundial não significa que havia tristeza na segunda parte da dobradinha. Oito meses após o grave acidente do ano passado, Massa voltou a sentir o sabor de subir no pódio, à frente do inglês Lewis Hamilton, que chegou em terceiro lugar.

Vettel largou na pole position e segurou sua RBR na ponta até a 34ª volta. Foi o máximo que conseguiu. Ele foi ultrapassado de uma só vez por Alonso e Massa e, com queda de potência no carro, perdeu posição também para a McLaren de Hamilton, terminando em quarto. Atrás de Vettel chegaram os dois alemães da Mercedes: em quinto, Nico Rosberg, e em sexto o heptacampeão Michael Schumacher, que voltou à Fórmula 1 após três anos de aposentadoria.

Agência/Getty Image

Fernando Alonso e Felipe Massa fizeram uma dobradinha para a Ferrari na primeira prova do ano

Os dois estreantes brasileiros não conseguiram permanecer muito tempo na pista. Lucas di Grassi, da VRT, teve problemas com o carro logo na terceira volta e ficou pelo caminho na caixa de brita de uma das curvas do circuito de Sakhir. Bruno Senna, da Hispania, foi até a 17ª volta, embora oito segundos mais lento que o líder, e abandonou após a quebra do motor Cosworth.

Vettel domina início da prova, mas sofre com problemas

O forte calor no Bahrein, de mais de 40ºC, transformaria a prova em um teste de resistência. Antes da largada, a Hispania, equipe estreante na Fórmula 1, decidiu que seus dois pilotos começariam a prova dos boxes. Bruno Senna e Karun Chandhok, no entanto, eram os donos da última fila e não perderam muito tempo com a mudança.

Pole, Vettel manteve a ponta na largada. Do lado sujo, Massa perdeu tração e acabou superado pelo companheiro Alonso logo depois da primeira curva. Já Mark Webber, que largava em sexto, teve um problema, aparentemente um vazamento de óleo, e perdeu rendimento momentaneamente. Ele perdeu duas posições, para Schumacher e Button, e caiu para oitavo. Mais atrás, Sutil e Kubica rodaram, mas conseguiram continuar na corrida.

Os estreantes começavam a sofrer na segunda volta, Karun Chandhok, da Hispania, foi o primeiro a abandonar, após bater no miolo do circuito. Logo depois, Lucas di Grassi teve problemas em seu carro da VRT e parou na caixa de brita. O novato Nico Hulkenberd, da Williams, rodou sozinho na terceira passagem, após sair de traseira em uma curva de alta, mas conseguiu retornar à prova.

Na frente, Vettel mantinha um bom ritmo de prova, enquanto Alonso e Massa tentavam andar rápido para pressionar o alemão da RBR. Os três monopolizavam a briga pela liderança da corrida, já que a diferença para o quarto colocado já passava dos dez segundos na altura da décima volta.

Os pit stops - sem reabastecimento, é claro - começaram na 12ª volta, com Bruno Senna. A Hispania se enrolou na troca de pneus e demorou quase oito segundos com o brasileiro parado nos boxes. Contudo, o carro do estreante não resistiria muito tempo. Na 17ª, o motor dele quebrou e ele foi forçado a parar na primeira curva do circuito.

Alonso fez seu pit stop na 17ª volta e voltou andando mais rápido com o pneu duro e com o carro já um pouco mais leve. Na passagem seguinte, Vettel e Massa pararam nos boxes, sem problemas com a atividade de suas equipes. A diferença entre eles na pista pouco se alterou neste período da corrida.

Com um ritmo constante, Alonso e Massa começaram a reduzir a vantagem de Vettel. Contudo, o alemão ainda não era ameaçado diretamente na liderança. A diferença na metade da corrida continuava acima de um segundo.

Na 34ª volta, surpreendentemente, Vettel começou a perder rendimento e Alonso chegou rapidamente. Após uma volta com muita cautela, o espanhol conseguiu a ultrapassagem na reta dos boxes, após o alemão da RBR reclamar de perda de potência. Felipe Massa, que vinha junto dos dois, também conseguiu superar Vettel.

A partir deste momento, Alonso e Massa mantiveram as posições. Pouco antes, Rob Smedley, engenheiro do brasileiro, tinha pedido para que o piloto diminuísse o ritmo, por causa do uso do motor, que foi trocado antes da largada. A Ferrari ficou preocupada, mas ele conseguiu completar a corrida na segunda posição.

GP do Bahrein - Confira a classificação final

1 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari)
2 - Felipe Massa (BRA/Ferrari)
3 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes)
4 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault)
5 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes)
6 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes)
7 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes)
8 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault)
9 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes)
10 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth)
11 - Robert Kubica (POL/Renault)
12 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes)
13 - Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari)
14 - Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth)
15 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth)
16 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth)
17 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth)

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Fonte: Globo.com

Graça Marinho

Graça Marinho
Aldeia da Serra e San Diego/USA