Guerra às olheiras: confira dicas de como disfarçar e combater
Olheiras: disfarce com maquiagem e compressas. Elas também têm tratamento.
Noites maldormidas, maus hábitos, hereditariedade: não importa a causa, as olheiras incomodam quem as tem. Compressas geladas e maquiagem correta amenizam o problema. E tratamentos ajudam a combatê-la.
São várias as causas. “A mais comum é a hereditária”, explica a dermatologista Suzana Oliveira. “Pode ser piorada por alergias respiratórias e maus hábitos, que causam a má circulação nesta área dos olhos. Isso gera congestão, edemas, um processo inflamatório localizado e, finalmente, a pigmentação, como forma de proteção”.
Veja a seguir o que você pode fazer para combater as olheiras:
Compressas geladas “Compressas geladas com água e chás diminuem a inflamação. Os chás antiinflamatórios são os melhores: camomila, erva-doce, hortelã”, recomenda Suzana. O modo de fazer: “deixe sobre os olhos fechados compressas de algodão embebido em líquidos gelados por três minutos. Depois massageie de forma a reabsorver o edema”.
Corretivo: disfarce, não milagre
Não use muita maquiagem a fim de disfarçar olheiras. Pode piorar. “Tentar usar um corretivo muito claro tentando tapar tudo só modifica o problema: substitui uma meia lua escura por uma meia lua clara”, explica o maquiador Kico Moraes. O corretivo no tom exato da pele funciona melhor.
Uso correto do corretivo “Aplique com um pincel macio só de um lado do rosto. Distancie-se do espelho e observe se melhorou cinquenta por cento em relação ao outro lado”, diz Kico. Se sim, aplique no outro lado do rosto. “O restante da maquiagem se encarrega de desviar a atenção do problema”, explica.
Há diversos corretivos que prometem neutralizar as cores amareladas, avermelhadas e arroxeadas. Não use se não for experiente; eles podem comprometer a maquiagem. “Isso é muito perigoso no dia-a-dia. Ninguém quer sair por aí com uma mancha verde debaixo dos olhos”, diz Kico.
Desvie a atenção
Se você tem muita olheira, destaque outras áreas do rosto com a maquiagem. “Quem tem uma olheira muito profunda pode usar pouca maquiagem nos olhos e caprichar nas maçãs e na boca para roubar a atenção”, explica Kico.
Tratamentos
Podem ser tópicos, com despigmentantes e antioxidantes. E os feitos com especialistas: “a luz intensa pulsada, que diminui o acúmulo de pigmento e o calibre dos vasos que estão circulando mal. Já a carboxiterapia aumenta a circulação local diminuindo a congestão, o edema e processo inflamatório, e o Co2 fracionado é indicado para pele envelhecida e com muito pigmento”, explica Suzana.
Sono e hábitos Dormir bem é um truque de beleza infalível. Assim como ter bons hábitos: “diminua o fumo e a ingestão de sal e bebidas alcoólicas, que causam retenção de líquidos”, recomenda a dermatologista.
Emergências A receita de emergência de Suzana para uma manhã com olheiras é aliar compressa gelada e corretivo. Se mesmo com todos estes truques as manchas no rosto não te deixarem em paz, lance mão do acessório indispensável nestas horas: os óculos escuros.
Bernie Ecclestone brinca com assalto ocorrido no mês passado em Londres
Olho roxo de Ecclestone em anúncio (Foto: Hublot)
O violento assalto sofrido por ele e por sua namorada no fim do mês passado não parece ter afetado o senso de humor de Bernie Ecclestone. O chefe comercial da Fórmula 1 provou não ter ficado traumatizado com o incidente e posou como garoto-propaganda da suíça Hublot, marca de relógios da categoria. Detalhe: com o olho roxo em destaque.
O anúncio será lançado nesta semana na Inglaterra, nos jornais "Financial Times" e "International Herald Tribune". Em vez de esconder a extensão dos danos a seu rosto, Ecclestone optou por capitalizar com o incidente. E a frase do dirigente é outro destaque na peça publicitária.
- Olhe o que as pessoas farão por um Hublot.
No dia 24 de novembro, Bernie Ecclestone foi assaltado em Londres, próximo a seu apartamento. O dirigente, estava junto com sua namorada, a brasileira Fabiana Flosi, e recebeu um forte golpe na cabeça após ser atacado por quatro homens. Ele teve de ir ao hospital para fazer uma checagem, mas foi liberado. No entanto, ele perdeu relógios e joias de R$ 541 mil (£ 200 mil).
Equipe francesa teve de se retratar e pagar uma compensação financeira por comentários contra Nelsinho e Nelson após divulgação do escândalo de 2008
Nelsinho Piquet e Nelson Piquet, seu pai, venceram um processo contra a equipe Renault na Justiça inglesa ainda por causa dos comentários dos dirigentes após o escândalo do acidente forçado do brasileiro no GP de Cingapura de 2008. Após a divulgação da polêmica, o time divulgou um comunicado dizendo que o piloto e seu pai estavam mentindo sobre as circunstâncias do fim de semana e tentando chantagear os chefes na Fórmula 1.
A família Piquet ficou furiosa com as alegações e entrou com uma ação de danos morais contra a Renault. Após uma audiência, ela aceitou que os comentários feitos na época eram incorretos. A equipe francesa concordou em pagar os custos legais e uma compensação financeira (sem valor revelado) a Nelsinho e Nelson, além de assegurar que as acusações não sejam repetidas pelo time ou por seus funcionários. O advogado Dominic Crossley, que defendeu os brasileiros, soltou um comunicado oficial após o julgamento.
Nelsinho Piquet no muro do GP de Cingapura de 2008 após o acidente provocado
"A Renault se desculpou na Justiça inglesa por difamar meus dois clientes. Isto marca o fim de uma longa jornada na qual ambos estão tentando corrigir tudo o que aconteceu de errado durante este escândalo. Eles foram tratados de maneira espantosa pela Renault quando ameaçaram revelar o escândalo ao órgão regulador, e Nelsinho foi vitimado terrivelmente durante sua curta carreira na Fórmula 1. É do imenso crédito de ambos os meus clientes, que se recusaram a serem impedidos de apontar os erros, apesar da ferocidade dos ataques e o tamanho dos oponentes que confrontaram. Nelson Piquet dominou a F-1 nos anos 80 e sua reputação como lenda do esporte permanece intocada. A categoria ficou sem o melhor de Nelsinho e, para seu detrimento, o talento do piloto será demonstrado em outro lugar. Ambos estão contentes com a conclusão bem sucedida do caso", diz o comunicado oficial.
Espanhol da Ferrari chega apenas em sétimo e vê a festa do alemão da RBR, que se torna o mais jovem campeão da história da categoria, aos 23 anos
Sebastian Vettel chegou a Abu Dhabi sem nenhuma intimidade com o topo da tabela da Fórmula 1. O alemão da RBR não liderou a temporada em momento algum e entrou na última prova do ano como azarão para conquistar o título. Foi apresentado à liderança na hora certa, disse “muito prazer” e levantou uma taça que parecia improvável. Vettel largou na pole neste domingo, não olhou mais no retrovisor e empurrou a enrascada para quem vinha atrás. Ainda tinha de secar o bicampeão Fernando Alonso, que só precisava chegar em quarto lugar para ser tri. Parecia fácil para a Ferrari, mas não foi. O espanhol sofreu com os intrusos à sua frente e cruzou apenas em sétimo. Aos 23 anos, o alemão torna-se o piloto mais jovem a erguer um troféu da categoria.
Dono de 10 pole positions no campeonato de 2010, Vettel nunca precisou tanto confirmar a rapidez da sua RBR. No circuito da Yas Marina, só abriu mão do primeiro lugar por alguns instantes, quando parou nos boxes. E contou com a sorte de ver Alonso engarrafado lá atrás. Na temporada que começou com a notícia bombástica do retorno de Michael Schumacher, a Alemanha vibra com a ousadia de um garoto que tem idade para ser seu filho. O novíssimo campeão.
Flutuando: o campeão Sebastian Vettel era só alegria no pódio de Abu Dhabi
Lewis Hamilton, da McLaren, cruzou em segundo, mas suas chances de título eram remotas demais para buscar o milagre. Campeão em 2009 e sem chances em Abu Dhabi, Jenson Button foi o terceiro, seguido pelos coadjuvantes Nico Rosberg, da Mercedes, Robert Kubica, da Renault, e seu companheiro Vitaly Petrov. Alonso terminou em sétimo, à frente de Mark Webber, que em nenhum momento deu sinais de que poderia ganhar o título. Resta ao australiano de 34 anos ver o companheiro, uma década mais jovem e "queridinho" da equipe, levantando o troféu.
O triunfo de Vettel coroa um ano quase perfeito para a RBR, que já tinha conquistado o Mundial de Construtores por antecipação em Interlagos. Um prêmio à escuderia que em nenhum momento fez jogo de equipe e liberou seus pilotos para a disputa interna na pista. A Ferrari, mesmo com a polêmica troca de posições no GP da Alemanha, bate na trave com o vice-campeonato de Alonso, que ficou a quatro pontos do rival alemão.
Despedida melancólica de Alonso
O espanhol ainda saiu da temporada pela porta dos fundos. Dentro da pista, após a bandeirada, reclamou com Petrov, que não lhe facilitou a vida. Saiu do carro vaiado, enquanto o russo era aplaudidíssimo por ter segurado o piloto da Ferrari na maior parte da prova. Fernando foi o único a não cumprimentar Vettel após a corrida, e a escuderia italiana sumiu da festa do pódio, que geralmente tem representantes de todos os times: não havia um macacão vermelho sequer.
Àquela altura, claro, o alemão não estava nem aí para o chororô da Ferrari. Choro genuíno foi o seu, feito criança, pelo rádio. Ainda ao volante, agradeceu à RBR. No pódio, com os cabelos rebeldes bagunçados, ergueu os braços, levou as mãos ao rosto duas vezes e encheu os olhos d'água. Tomou um banho de champanhe de Button e Hamilton, justamente os dois campeões anteriores. Está passada a faixa. A Fórmula 1 tem um novo campeão. O mais novo de todos os tempos.
Os brasileiros se despediram de 2010 com papéis de figurantes neste domingo. Felipe Massa, da Ferrari, foi o décimo, e Rubens Barrichello chegou em 12º. Lucas Di Grassi, da VRT, cruzou em 18º, seguido por Bruno Senna, da Hispania, o antepenúltimo.
Schumi roda e tumultua início da prova
A corrida já começou tensa. Vettel manteve a ponta, seguido por Hamilton, mas Alonso perdeu a terceira posição para Button. E os holofotes, enfim, se voltaram para Schumacher. Não do jeito que o alemão gostaria, claro. Com um discreto nono lugar na classificação da temporada, ele só atraiu a atenção quando sua Mercedes rodou na primeira volta e parou no meio da pista, virada na contramão. O italiano Vitantonio Liuzzi não conseguiu desviar e literalmente escalou o carro de Schumi. Safety car na pista durante cinco voltas.
Na hora da relargada, o cenário era de limite para Alonso. O espanhol precisava resistir aos ataques de Webber e segurar a quinta posição, para que o título não caísse no colo de Vettel. Ainda havia 50 voltas pela frente, mas o piloto da Ferrari começava a ver o tricampeonato escapando.
A bandeirada histórica de Vettel
Enquanto o alemão da RBR mantinha a ponta, Alonso estava em 11º na metade da corrida - posição fictícia, já que vários rivais ainda precisavam passar pelos boxes. Mas o espanhol se via preso atrás de Petrov e Rosberg, e aí não havia ficção alguma, porque os dois também já tinham parado. Era necessário ultrapassá-los para esticar a mão em direção à taça.
Quando Vettel fez sua parada, Button assumiu a liderança. Era apenas um alento para o campeão de 2009, que cumpria tabela nos Emirados Árabes e ainda seria obrigado a fazer o pit stop. Foi o que aconteceu na 40ª volta, quando o piloto da RBR retomou seu posto de líder, voando a caminho do título. No retrovisor, ele via Alonso em oitavo, ainda com Petrov e Rosberg no meio do caminho.
Robert Kubica parou na 47ª volta e retornou na frente de Alonso, complicando ainda mais a vida do bicampeão. Com o tempo escorrendo pelos dedos, era preciso ganhar três posições na base do acelerador, sem pit stops. O título caminhava em alta velocidade para Vettel, que só precisava trazer o carro até a bandeirada final. Foi o que aconteceu.
A Fórmula 1 conheceu seu mais jovem campeão, roubando por cinco meses o posto que era de Hamilton e já tinha sido do próprio Alonso. Prêmio para quem foi rápido durante todo o ano, apesar de só ter conhecido a liderança na última corrida. Quando de fato importava.
Resultados completos do GP de Abu Dhabi:
1. Sebastian Vettel (ALE/RBR) - 55 voltas em 1h39m36s837
2. Lewis Hamilton (ING/McLaren) - a 10s1
3. Jenson Button (ING/McLaren) - a 11s
4. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 30s7
5. Robert Kubica (POL/Renault) - a 39s
6. Vitaly Petrov (RUS/Renault) - a 43s5
7. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 43s7
8. Mark Webber (AUS/RBR) - a 44s2
9. Jaime Alguersuari (ESP/STR) - a 50s2 10. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 50s8
11. Nick Heidfeld (FIN/Sauber) - a 51s5 12. Rubens Barrichello (BRA/Williams) - a 57s6
13. Adrian Sutil (ALE/Force India) - a 58s3
14. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber) - a 59s5
15. Sebastien Buemi (SUI/STR - a 63s1
16. Nico Hulkenberg (ALE/Williams) - a 64s7
17. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus) - a uma volta 18. Lucas di Grassi (BRA/VRT) - a duas voltas
19. Bruno Senna (BRA/Hispania) - a duas voltas
20. Christian Klien (AUT/Hispania) - a duas voltas
21. Jarno Trulli (ITA/Lotus) - a quatro voltas
Não completaram:
Timo Glock (ALE/VRT) - a 12 voltas
Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - acidente
Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India) - acidente
Classificação do Mundial de Pilotos após 19 de 19 corridas:
Posição
Piloto
País
Equipe
Pontos
Vitórias
1
Sebastian Vettel
ALE
RBR-Renault
256
6
2
Fernando Alonso
ESP
Ferrari
252
4
3
Mark Webber
AUS
RBR-Renault
242
4
4
Lewis Hamilton
ING
McLaren-Mercedes
240
3
5
Jenson Button
ING
McLaren-Mercedes
214
2
6
Felipe Massa
BRA
Ferrari
144
0
7
Nico Rosberg
ALE
Mercedes
142
0
8
Robert Kubica
POL
Renault
136
0
9
Michael Schumacher
ALE
Mercedes
72
0
10
Rubens Barrichello
BRA
Williams-Cosworth
47
0
11
Adrian Sutil
ALE
Force India-Mercedes
47
0
12
Kamui Kobayashi
JAP
Sauber-Ferrari
32
0
13
Vitaly Petrov
ALE
Renault
27
0
14
Nico Hulkenberg
ITA
Williams-Cosworth
22
0
15
Vitantonio Liuzzi
ITA
Force India-Mercedes
19
0
16
Sebastien Buemi
SUI
STR-Ferrari
8
0
17
Nick Heidfeld
FIN
Sauber-Ferrari
6
0
18
Pedro de la Rosa
ESP
Sauber-Ferrari
6
0
19
Jaime Alguersuari
ESP
STR-Ferrari
5
0
20
Heikki Kovalainen
FIN
Lotus-Cosworth
0
0
21
Jarno Trulli
ITA
Lotus-Cosworth
0
0
22
Bruno Senna
BRA
Hispania-Cosworth
0
0
23
Timo Glock
ALE
VRT-Cosworth
0
0
24
Lucas di Grassi
BRA
VRT-Cosworth
0
0
25
Christian Klien
AUT
Hispania-Cosworth
0
0
26
Karun Chandhok
IND
Hispania-Cosworth
0
0
27
Sakon Yamamoto
JAP
Hispania-Cosworth
0
0
Classificação do Mundial de Construtores após 19 de 19 corridas:
Alonso só precisa chegar em segundo para levantar a taça nos Emirados Árabes; Mark Webber, Sebastian Vettel e Lewis Hamilton ainda têm chances
Alonso ainda é o favorito ao título
Após a terceira colocação no GP do Brasil, Fernando Alonso manteve a liderança do Mundial de Pilotos rumo à prova de Abu Dhabi, última da temporada. Com oito pontos de vantagem sobre o vice-líder, Mark Webber, da RBR, o espanhol precisa apenas de uma segunda posição para garantir o título.
Além de Alonso e Webber, Sebastian Vettel, da RBR, e Lewis Hamilton, da McLaren, também chegam ao GP dos Emirados Árabes com chances de conquistar o Mundial de Pilotos.
Veja abaixo o que cada um deles precisa.
Fernando Alonso
O espanhol da Ferrari lidera o Mundial, com 246 pontos, e só depende de si para chegar ao tricampeonato. Caso chegue em segundo, vai a 264 e não pode ser mais alcançado poelo vice-líder, Mark Webber. Alonso também será campeão se:
- Terminar em terceiro, quarto ou quinto, desde que Webber não vença.
- Chegar em sexto, desde que Webber não termine entre os dois primeiros e Vettel não vença.
- Terminar em sétimo, desde que Webber não suba ao pódio e Vettel não vença.
- Chegar em oitavo ou nono, desde que Webber fique atrás do quarto e Vettel não vença.
- Chegar em décimo, desde que Webber não fique entre os cinco primeiros e Vettel não fique entre os dois primeiros.
Mark Webber
Atual vice-líder, Webber já não depende só de si para ser campeão. O australiano precisará também fazer nove pontos a mais do que Alonso. O piloto da RBR será campeão se:
- Vencer em Abu Dhabi, desde que Alonso não fique em segundo
- Chegar em segundo, desde que Alonso não fique entre os cinco primeiros.
- Terminar em terceiro, desde que Alonso não fique entre os seis primeiros e Vettel não vença.
- Chegar em quarto, desde que Alonso não fique entre os oito primeiros e Vettel não vença.
- Chegar em quinto, desde que Alonso não fique entre os nove primeiros e Vettel não vença ou chegue em segundo.
Sebastian Vettel
Companheiro de Webber na RBR, Sebastian Vettel tem 15 pontos de prejuízo em relação a Fernando Alonso e poucas chances de sair dos Emirados Árabes com o título. Para ser campeão, o piloto alemão precisa:
- Vencer a prova, desde que Alonso não fique entre os cinco primeiros.
- Terminar em segundo, desde que Alonso não fique entre os oito primeiros e Webber não vença.
Lewis Hamilton
O inglês da McLaren chegará a Abu Dhabi 24 pontos atrás de Fernando Alonso. Com 25 pontos para o vencedor, Hamilton não tem outra opção a não ser correr pela vitória nos Emirados Árabes. Mesmo assim, além de subir ao degrau mais alto do pódio, o campeão mundial de 2008 precisa que Alonso não pontue, Webber não fique entre os cinco primeiros e Vettel não suba ao pódio.
Classificação do Mundial de Pilotos após 18 de 19 corridas:
Posição
Piloto
País
Equipe
Pontos
Vitórias
1
Fernando Alonso
ESP
Ferrari
246
5
2
Mark Webber
AUS
RBR-Renault
238
4
3
Sebastian Vettel
ALE
RBR-Renault
231
4
4
Lewis Hamilton
ING
McLaren-Mercedes
222
3
5
Jenson Button
ING
McLaren-Mercedes
199
2
6
Felipe Massa
BRA
Ferrari
143
0
7
Nico Rosberg
ALE
Mercedes
130
0
8
Robert Kubica
POL
Renault
126
0
9
Michael Schumacher
ALE
Mercedes
72
0
10
Rubens Barrichello
BRA
Williams-Cosworth
47
0
11
Adrian Sutil
ALE
Force India-Mercedes
47
0
12
Kamui Kobayashi
JAP
Sauber-Ferrari
32
0
13
Nico Hulkenberg
ALE
Williams-Cosworth
22
0
14
Vitantonio Liuzzi
ITA
Force India-Mercedes
21
0
15
Vitaly Petrov
RUS
Renault
19
0
16
Sebastien Buemi
SUI
STR-Ferrari
8
0
17
Nick Heidfeld
FIN
Sauber-Ferrari
6
0
18
Pedro de la Rosa
ESP
Sauber-Ferrari
6
0
19
Jaime Alguersuari
ESP
STR-Ferrari
3
0
20
Heikki Kovalainen
FIN
Lotus-Cosworth
0
0
21
Jarno Trulli
ITA
Lotus-Cosworth
0
0
22
Bruno Senna
BRA
Hispania-Cosworth
0
0
23
Timo Glock
ALE
VRT-Cosworth
0
0
24
Lucas di Grassi
BRA
VRT-Cosworth
0
0
25
Christian Klien
AUT
Hispania-Cosworth
0
0
26
Karun Chandhok
IND
Hispania-Cosworth
0
0
27
Sakon Yamamoto
JAP
Hispania-Cosworth
0
0
Classificação do Mundial de Construtores após 18 de 19 corridas: