By Graça Marinho

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Will Power conquista o bi na prova da Indy em SP

Will Power voltou a vencer em SP e garantiu sua segunda vitória na temporada
Will Power voltou a vencer em SP e garantiu sua segunda vitória na temporada

O australiano Will Power voltou a mostrar a sua força em São Paulo. Pela segunda vez consecutiva, o piloto da Penske venceu a etapa brasileira da Indy, encerrada nesta segunda-feira, após o adiamento da prova neste domingo por conta do mau tempo no circuito do Anhembi, na zona norte da capital paulista. Em seguida, Rahal cruzou na segunda posição, Briscoe foi o terceiro e Franchitti finalizou na quarta colocação.

Muito satisfeito com o seu desempenho, Will Power, que tem se destacado muito nos circuitos mistos, disse que gosta muito de correr na pista em São Paulo:

"Eu gosto muito desse cricuito e foi feito um bom trabalho na pista".

"Foi uma corrida excelente, com boas ultrapassagens. Foi realmente divertido", comentou Power após levantar o troféu da prova.

A prova foi encerrada pelo critério de tempo, com duas horas de duração. Com isso, foram realizadas 55 voltas de 75 previstas. Destas, 34 foram na bandeira verde e 21, na amarela.

Esta foi a segunda vitória de Power na temporada. Antes, ele venceu a segunda etapa da Indy, no Alabama. Na prova desta segunda-feira, Power largou na pole position da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé, chegou a ser ultrapassado pelo japonês Takuma Sato, mas se recuperou e conseguiu garantir a vitória. A suíça Simona de Silvestro também foi premiada por ter feito a volta mais rápida, com o tempo de 1min39seg823. Ela, contudo, se envolveu em um acidente no domingo e terminou nesta segunda-feira nove voltas atrás de Power.

Os brasileiros não foram bem na disputa. Vitor Meira foi o 17o, seguido por Helio Castroneves e Tony Kanaan, 21o e 22o, respectivamente. Raphael Matos e Bia Figueiredo abandonaram a corrida.

Confira a classificação final

1 - Will Power
2 - Graham Raha
3 - Ryan Briscoe
4 - Dario Franchitti
5 - Oriol Servia
6 - Mike Conway
7 - Justin Wilson
8 - Takuma Sato
9 - James Hinchcliffe
10 - JR Hildebrand
11 - Sebastian Saavedra
12 - Scott Dixon
13 - EJ Viso
14 - Marco Andretti
15 - James Jakes
16 - Charlie Kimball
17 - Vitor Meira
18 - Ryan Hunter-Reay
19 - Alex Tagliani
20 - Simona de Silvestro
21 - Helio Castroneves
22 - Tony Kanaan
23 - Danica Patrick
24 - Ana Beatriz
25 - Raphael Matos
26 - Sebastien Bourdais















































































Fonte: http://www.band.com.br/esporte/formula-indy/

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Banda Sun7 - As Domingueir​as estão de volta!

BANDA SUN7
No domingo, 1º de maio as 20h no Fulana, a banda Sun7 irá reviver a magia e lembranças que permanecem vivas na nossa memória, dos tempos das “domingueiras” e bailes nos clubes da Capital Paulista, que fizeram grande sucesso na década de 60 e 70, mostrando que os bons tempos voltaram, com muita animação conduzirão os presentes no show dançante em uma viagem à época que embalou a juventude de uma geração, com músicas contagiantes que mexeram com os sentimentos e que marcaram a vida de muitas pessoas.

O Show baile com a banda Sun7 formada por Cida Duarte (Vocais), Flávio Mesquita (Teclados), Nilton Schnaidman (Guitarra Base e Vocal), Penteado (Baixo e Vocais), Vicente Macchioni - Vitché (Baterista), José Américo Colombo - Zé Américo (Vocais e Percussão) e Aru Jr. (Guitarra) trará recordações dos embalos românticos, dos clássicos do rock, da música popular brasileira, para reviver as canções da época de ouro em um repertório diversificado, passeando pela Jovem Guarda, com Roberto Carlos, Wanderléa, Wilson Simonal, Jorge Bem Jor , Beatles, Rolling Stones e outros clássicos do rock dos anos 60 e 70.

Se recordar é viver, então vamos recordar “Os melhores dias de nossas vidas”, no Fulana com a banda Sun7 revivendo os grandes sucessos que marcaram época .

Fulana Restaurante

Av. Luís Dumont Villares, 651 Jardim São Paulo
Tel.: (11) 2283-6575
Quando: Domingo, 1 de maio
Horário: 20h
Lotação: 200 lugares
Estacionamento: Valet (R$ 10,00)
Duração: 120 min (aproximadamente)
Couvert artístico: R$ 30,00 por pessoa
Cartões de débito: RedeShop, Visanet, Maestro
Cartões de crédito: MasterCard, Visa, Amex, Diners
Sala de recreação infantil monitorada
Acesso para deficientes físicos
Ar Condicionado
Conexão Wi-Fi e Telão

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Fulana prorroga o espetáculo teatral "A Latina" com mais duas apresentaç​ões em 28 de abril e 3 de maio

A Latina - foto André Requião
Abrindo espaço para a Cultura, o Fulana promove mais duas apresentações, o espetáculo "A Latina", levando ao público o universo do exagero, em um espetáculo que não tem medo do ridículo, ao contrário, se utiliza dele para mostrar que muitas vezes é melhor não levar tudo tão a sério e simplesmente se divertir.

"A Latina": Uma paródia feita às novelas mexicanas, mostrando através do melodrama e do humor a trama de dois homens que lutam pelo amor da mesma mulher. Ambientada no local de trabalho dos personagens (um restaurante), repleta de intrigas, traições, lágrimas, risos, muito amor, tudo o que um típico enredo "caliente" pode proporcionar ao público. "A Latina" se utiliza do ridículo, do extremo para seduzir e divertir a plateia, tendo como objetivo celebrar a vida e a alegria.
Idéia original de Gabrielle Pinheiro

Dramaturgia de Anderson Negreiro, André Zeronian, Gabrielle Pinheiro e Júlia Mariano.

 
Gabrielle Pinheiro
A Criadora

Atriz formada em dezembro de 2009 em Comunicação das Artes do Corpo na PUC-SP. É integrante do Núcleo de Pesquisa Teatral Trupitê de Teatro, dirigido por Carlos Gardim, onde participou da montagem “Como as Borboletas Preparam o Dia para Morrer”. Participou de campanhas publicitárias de clientes como Banco Real, Seda e a ONG GAPA.

Recentemente participou do curta metragem “All You Need Is Love”, direção de Wagner Depintor e produção Coletivo Filmes.

Louis Caetano
Personagem: Roberto Ramirez

Ator formado pela The Lee Strasberg Theater e HB Studio, ambas em Nova York. Participou das montagens de "On the Pyre" ("Na Fogueira") e "Uma Noite em Veneza" (título traduzido).

Integrou o elenco de "Mestres do Jogo" com a Estelar de Teatro e atualmente participa do projeto "Joana D'Arc" com direção de Marcelo Marcos Fonseca.
Anderson Negreiro
Personagem: Pablo Rafael

Ator formado pelo Teatro Escola Macunaíma, concluiu sua graduação em dezembro de 2009 em Comunicação das Artes do Corpo na PUC-SP, com habilitação em teatro e dança. Foi integrante da Confraria da Paixão e atualmente integra o Companhia Teatro da Investigação, onde já participou da montagem “Alarido”, e o Núcleo 184 dirigido por Dulce Muniz, onde integrou o elenco de “Heleny, Heleny, Doce Colibri”.

Atualmente participa do processo do próximo espetáculo do Núcleo 184.

Júlia Mariano
Personagem: Dolores Lupita (A Latina)

Atriz formada pelo Teatro Escola Macunaíma, concluiu sua graduação em dezembro de 2009 em Comunicação das Artes do Corpo na PUC-SP, com habilitação em teatro. É integrante da Gira Companhia Teatral e já participou de montagens com diretores como Kiko Jaess e Jairo Mattos. Recentemente participou da peça “Mestres do Jogo” da Estelar de Teatro.

A dois anos faz parte do elenco do espetáculo “Tarde de Palhaçadas”, vencedor do edital de ocupação do espaço da Funarte de 2010.

Soraia Suleiman
Personagem: Carmela Quitéria (A Amante)

Atriz formada em dezembro de 2009 em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP. Participou do espetáculo "CO2" com direção de Marcos Plá. Também atuou como assistente de produção para a Companhia do autor e ator Gero Camilo.

Recentemente integrou a oficina da Cia. Da Tribo que resultou no espetáculo " Obra Popular", além de ser dubladora formada pela Dubrasil.

“A Latina”

Ficha Técnica

Grupo Entonces Corazón
Elenco: Anderson Negreiro, Júlia Mariano e Louis Caetano.
Participação Especial: Soraia Suleiman.
Ideia Original: Gabrielle Pinheiro
Dramaturgia: Anderson Negreiro, André Zeronian, Gabrielle Pinheiro e Júlia Mariano.
Direção: Anderson Negreiro
Orientação: Francisco Medeiros
Trilha sonora: Entonces Corazón
Narração e Edição de som: Juliano Dip
Operação de som e luz: Soraia Suleiman
Cenografia: Entonces Corazón
Produção: Júlia Mariano
Figurinos: Carolina Siqueira
 
Fulana Restaurante
Av.Luís Dumont Villares, 651 Jardim São Paulo
Tel.: (11) 2283-6575
Quando: quinta-feira 28 de abril e 3 de maio
Horário: 20h30
Lotação: 200 lugares
Estacionamento: Valet (R$ 10,00)
Duração: 45 min (aproximadamente)
Couvert artístico: R$ 25,00 por pessoa
Cartões de débito: RedeShop, Visanet, Maestro
Cartões de crédito: MasterCard, Visa, Amex, Diners
Classificação: Livre para todos os públicos
Sala de recreação infantil monitorada
Acesso para deficientes físicos
Ar Condicionado

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Feliz Páscoa!!!!

Não se esqueçam que a Páscoa é o único sentido para o cristão, pois se Jesus não tivesse ressuscitado nada mais teria sentido.

E sendo a Ressurreição de Jesus a festa cristã mais importante, temos que nos alegrar e festejar.

Por isso desejo a todos uma Feliz e Santa Páscoa!!!

Significado da Páscoa.

Graça Marinho                                  

Páscoa no Cristianismo

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.

Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.

A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.

A Páscoa cristã celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.

A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.

No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.

Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Estremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII

Páscoa no Judaísmo

Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Moshé Moisés lançou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), disse Moshé que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas) DEUS, mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.

A Bíblia judaica institui a celebração da Páscoa em Êxodo 12, 14: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra de Adonai: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua.

Tradições pagãs na Páscoa

Na Páscoa, é comum a prática de pintar-se ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia.

Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada (claro que a versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é bem mais comercialmente interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou novamente, o planeta Vênus). É uma Deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.

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Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa

domingo, 17 de abril de 2011

Hamilton supera problema, ultrapassa Vettel e quebra hegemonia do alemão

Vitória do inglês da McLaren é consolidada a cinco voltas do fim. Com tática ousada, Massa faz boa corrida, supera Alonso novamente e chega em sexto

Após o treino classificatório do GP da China, poucos apostavam no fim do domínio de Sebastian Vettel, sete décimos mais rápido que a concorrência. Só que Lewis Hamilton resolveu aparecer na história. O início foi complicado, por causa de um vazamento de combustível descoberto a poucos minutos da largada e que quase o tirou da corrida. Só que os mecânicos da McLaren conseguiram sanar o problema já no grid e ele conseguiu alinhar. Após uma prova inteligente com a tática de três paradas, Hamilton superou Vettel a cinco voltas do fim, quebrou a hegemonia do alemão e venceu em Xangai. O líder do campeonato, que sofreu com problemas no Sistema de Recuperação de Energia Cinética (Kers), foi o segundo. Após boa recuperação, Mark Webber completou o pódio.

Em uma corrida recheada de disputas e ultrapassagens, com seis líderes diferentes, Felipe Massa acabou como o melhor brasileiro na China, na sexta posição. Ele apostou em uma tática ousada, de apenas duas paradas, assim como Vettel e Fernando Alonso. O vice-campeão de 2008 acabou chegando bem à frente do companheiro espanhol, sétimo colocado, que teve muitas dificuldades com o desgaste excessivo dos pneus Pirelli durante a corrida em Xangai. A dupla da Ferrari acabou atrás de Jenson Button, da McLaren, o quarto, e Nico Rosberg, da Mercedes, o quinto.

Lewis Hamilton comemora sua primeira vitória em 2011, no GP da China, em Xangai

Rubens Barrichello, o outro brasileiro na prova, teve mais um domingo complicado, mas conseguiu completar sua primeira corrida em 2011. O piloto da Williams chegou na 13ª posição, após travar boas disputas com os rivais no meio do pelotão. Ele acabou chegando pouco mais de 1m30s atrás de Hamilton, o vencedor do GP da China. Maldonado, seu companheiro, foi o 18º.

A próxima prova do Mundial de Fórmula 1 será o GP da Turquia, no dia 8 de maio. Com 68 pontos, Vettel chega ao circuito de Istambul ainda em primeiro mas sem os 100% de aproveitamento, 21 à frente de Hamilton, novo segundo, com 47. Massa é o sexto, com 24, dois atrás de Alonso, o quinto.

A corrida

O GP da China já começou de forma diferente antes mesmo da largada. Com um vazamento de combustível em seu carro, Hamilton ficou ameaçado de precisar largar dos boxes. Os mecânicos e engenheiros trabalharam freneticamente para resolver o problema e o liberaram a 30 segundos do fechamento dos boxes. Finalmente, já no grid, a falha foi sanada antes da volta de apresentação.

Na largada, com sol e temperatura de 22ºC, Vettel teve problemas no acionamento do Kers e acabou superado pelos dois carros da McLaren, com Button em primeiro e Hamilton em segundo. Rosberg se manteve em quarto e Massa assumiu a quinta posição, superando mais uma vez o companheiro Alonso na largada, assim como aconteceu nos GPs da Austrália e da Malásia.

Jenson Button e Lewis Hamilton superam Sebastian Vettel na largada em Xangai 

O primeiro trecho da corrida teve Button, Hamilton e Vettel disputando a primeira posição separados por menos de dois segundos. Um pouco mais atrás, Rosberg segurava o ritmo das duas Ferrari, com Massa à frente de Alonso. Enquanto isso, Webber, que havia largado na 18ª posição, estava começando sua recuperação e assumiu o 15º posto na quinta volta ao superar Barrichello.

A primeira rodada de pit stops começou na décima volta. Rosberg acabou parando cedo, na 13ª, mas o trabalho rápido da Mercedes acabaria lhe dando a liderança após os trabalhos de boxes. O alemão ficou à frente de Vettel, o segundo; Massa, o terceiro; Button, o quarto; e Hamilton, o quinto. Alonso demorou um pouco em seu pit stop e perdeu posições, indo para trás de Schumacher.

A corrida ficou mais animada após a primeira rodada de pit stops. Vettel, Massa e Alonso acabaram apostando em uma arriscada tática de duas paradas, enquanto os rivais partiram para três. Enquanto Hamilton, Button e Rosberg entravam nos boxes pela segunda vez para colocar os macios, o piloto da RBR e a dupla da Ferrari se mantinha na pista, nas três primeiras posições.

Com a segunda parada já feita, Rosberg começou a se aproximar de Alonso e assumiu a terceira posição na 29ª. O espanhol começou a perder desempenho e acabou superado rapidamente por Button e Hamilton. Na frente, Vettel fez novo pit stop na 31ª, duas antes do espanhol da Ferrari e três antes de Massa. Os três voltariam para as primeiras posições a partir da 38ª volta, quando a janela de parada da tática de três pit stops foi aberta e a dupla da McLaren entrou.

Felipe Massa se manteve à frente de Fernando Alonso durante toda a corrida em Xangai

Vettel em primeiro e Massa em segundo começaram a perder rendimento em relação a Hamilton e Button. O brasileiro até tentou brigar contra o campeão de 2008, mas acabou sendo ultrapassado com facilidade. A história se repetiu com Button, Rosberg e Webber. Ele caiu para a sexta posição, à frente de Alonso, que também sofria com o desempenho dos pneus duros.

Na frente, Vettel começou a ser ameaçado por Hamilton e segurou a posição por algumas voltas. Mas o alemão não resistiu à pressão e acabou cedendo a ponta na 52ª volta da corrida. O inglês abriu rapidamente 5s2 e caminhou com tranquilidade para a vitória. Vettel chegou em segundo e Webber, em terceiro, após uma bela corrida de recuperação e de passar Button na penúltima volta.

Confira o resultado final do GP da China (305,066 quilômetros):

1 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 56 voltas em 1h36m58s226
2 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - a 5s198
3 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - a 7s555
4 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - a 10s000
5 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 13s448
6 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 15s840
7 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 30s622
8 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 31s206
9 - Vitaly Petrov (RUS/Renault-Lotus) - a 57s404
10 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - a 1m03s273
11 - Paul di Resta (ITA/Force India-Mercedes) - a 1m08s757
12 - Nick Heidfeld (ALE/Renault-Lotus) - a 1m12s739
13 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - a 1m30s189
14 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - a 1m30s671
15 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - a 1 volta
16 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault) - a 1 volta
17 - Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari) - a 1 volta
18 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth) - a 1 volta
19 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault) - a 1 volta
20 - Jerome D'Ambrosio (BEL/MVR-Cosworth) - a 2 voltas
21 - Timo Glock (ALE/MVR-Cosworth) - a 2 voltas
22 - Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) - a 2 voltas
23 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth) - a 2 voltas

Não completou:

Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari) - a 47 voltas/roda
Melhor volta: Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m38s993, na 42ª


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Fonte: Globo.com

sábado, 16 de abril de 2011

Vettel voa na China, arrasa rivais e faz sua terceira pole na temporada 2011

Alemão supera Button, da McLaren, por sete décimos no grid de largada. Em sexto, Massa é o melhor brasileiro, apenas uma posição atrás de Alonso

Pole pela terceira vez no ano, Vettel comemora a conquista ao lado do chefe Christian Horner

O domínio anunciado nos três treinos livres para o GP da China foi confirmado com muita folga na sessão classificatória disputada neste sábado em Xangai. Quase sem fazer força, Sebastian Vettel voou no circuito, marcou o incrível tempo de 1m33s706 e assegurou sua terceira pole na temporada 2011 da Fórmula 1. O alemão da RBR confirmou a supremacia da equipe austríaca e colocou 715 milésimos de vantagem sobre Jenson Button, da McLaren, o segundo. Lewis Hamilton, companheiro do inglês, completou a lista dos três primeiros colocados no grid de largada.

Felipe Massa foi mais uma vez o melhor brasileiro do treino classificatório. O brasileiro marcou o sexto tempo, apenas uma posição e 26 milésimos atrás de Fernando Alonso, seu companheiro na Ferrari. Ele e o espanhol, aliás, estiveram no meio de uma polêmica no fim de semana. Tudo porque apenas o bicampeão do mundo recebeu uma nova asa dianteira desenvolvida às pressas pela equipe italiana. Entretanto, a peça não mostrou tanta eficiência assim na pista e Alonso sequer a usou na sessão decisiva.

A dupla da Ferrari ficou atrás do alemão Nico Rosberg, da Mercedes, que superou o companheiro Michael Schumacher com boa folga e vai largar na quarta posição neste domingo. 
 Pole pela terceira vez no ano, Vettel comemora a conquista ao lado do chefe Christian Horner (Foto: Reuters)Rubens Barrichello, da Williams, não passou mais uma vez da segunda parte do treino classificatório e sai apenas em 15º pela segunda corrida seguida. Após sair do carro, o brasileiro reclamou do comportamento de Adrian Sutil, da Force India, nos últimos minutos do Q2. Ele acusou o alemão de ter atrapalhado seus rivais de forma deliberada no momento decisivo.

Além da terceira pole em três provas na temporada 2011 e da quarta seguida, Vettel chegou a um número importante em Xangai. É a 18ª vez que o alemão larga em primeiro em uma corrida na Fórmula 1, empatando com Hamilton no ranking. Entre os pilotos que estão em atividade, o piloto da RBR só é superado por Michael Schumacher e Fernando Alonso. De quebra, ele ainda viu o companheiro Mark Webber ter problemas no início do treino e conseguir apenas o 18º tempo.

Sem Kers, Webber é eliminado no Q1 e reclama da equipe

O domínio de Vettel na temporada 2011 não eestá fazendo bem a Mark Webber, companheiro do alemão na RBR. Com um desempenho ruim nas duas primeiras corridas da temporada e com vários problemas no Kers, o australiano sofreu no treino classificatório para o GP da China. Ele entrou tarde na pista na primeira parte do treino (Q1) e ficou sempre muito longe dos primeiros.

Webber entrou na pista no fim do Q1 ainda com os pneus duros e marcou 1m36s468 em sua melhor volta. Em 15º, o australiano ficou aguardando os últimos segundos para saber se avançaria, mas Pastor Maldonado, da Williams, e Michael Schumacher, da Mercedes, melhoraram suas marcas e desbancaram o australiano, que voltou aos boxes reclamando muito da equipe. Ele se queixou do time austríaco, que não colocou os pneus macios em seu carro no Q1.

Problema com carro de Petrov tumultua parte final do Q2

O fim da segunda parte do treino classificatório (Q2) acabou marcada por um inusitado problema com o russo Vitaly Petrov. O piloto da Renault-Lotus completou sua volta rápida, marcou o quarto tempo do trecho, mas o câmbio de seu carro começou a apresentar problemas no contorno da primeira curva. Ele acabou travando no meio da pista, em posição perigosa, provocando a interrupção do treino com a bandeira vermelha, a 2m02s do fim do tempo regulamentar.
O Q2 ficou paralisado durante nove minutos e a maioria dos pilotos foi rapidamente para a pista. Além de Petrov, apenas outros seis carros resolveram não marcar tempo. A volta de saída dos boxes foi uma verdadeira simulação de corrida: Felipe Massa e Sergio Pérez, da Sauber, chegaram a tocar rodas enquanto o brasileiro tentava a ultrapassagem no miolo do circuito. Poucos acabaram conseguindo melhorar o tempo nestes últimos dois minutos do Q2.

Confira o grid de largada para o GP da China:

1 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m33s706
2 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m34s421
3 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m34s463
4 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m34s670
5 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m35s119
6 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m35s145
7 - Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - 1m36s158
8 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - 1m36s190
9 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - 1m36s203
10 - Vitaly Petrov (RUS/Renault-Lotus) - sem tempo

Eliminados na segunda parte do treino classificatório:

11 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - 1m35s874
12 - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) - 1m36s053
13 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1m36s236
14 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m36s457
15 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - 1m36s465
16 - Nick Heidfeld (ALE/Renault-Lotus) - 1m36s611
17 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth) - 1m36s956

Eliminados na primeira parte do treino classificatório:

18 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m36s468
19 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault) - 1m37s894
20 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault) - 1m38s318
22 - Jerome D'Ambrosio (BEL/MVR-Cosworth) - 1m39s119
21 - Timo Glock (ALE/MVR-Cosworth) - 1m39s708
23 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth) - 1m40s212
24 - Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) - 1m40s445

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Fonte: Globo.com

Graça Marinho

Graça Marinho
Aldeia da Serra e San Diego/USA