By Graça Marinho

Clique e confira!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

É mais que um revival... é mais que um show, é a festa de comemoração dos 50 anos de um dos mais importantes grupos musicais da Jovem Guarda

Eram garotos que como nós, amavam os Beatles e os Rolling Stones, com um detalhe histórico, tornaram-se nos anos 60 a banda musical mais famosa do Brasil. Explodiram aqui na época em que os Beatles faturavam lá fora e os Stones já barbarizavam.
E na semana Internacional do Rock, o Fulana promove um jantar show em comemoração aos 50 anos da banda Os Incríveis, que embalou a juventude de uma geração e continua balançando corações, com musicas contagiantes que marcaram a vida de muitas pessoas, e ainda, mexem com os sentimentos de muitos.

Participar desta comemoração é viajar no tempo e descobrir que a salada musical proposta pelo conjunto passava ao largo das permissividades reveladas pelo Tropicalismo, mas que já trazia, embutido no seu repertório, a miscelânea  de ritmos que acabou fazendo  a festa  pop que começou no final dos anos 60. A banda Os Incríveis, composta por  Netinho (Bateria),  Sandro (Guitarra), Leandro (Baixo e Vocal) e  Wilson Teixeira (Sax), convidarão o público presente na noite do dia 14 de julho a passear pelo túnel do tempo em um  repertório com temas jazzísticos- como  O "Homem do Braço de Ouro" , que Elmer Bernstein e Sylvia Fine escreveram para o filme homônimo estrelado por Frank Sinatra , e o delicioso tema que Henry Mancini escreveu para o seriado de TV “Peter Gumm” –a vanguardismos do tipo dançante de Jorge Ben Jor ( a música “Vendedor de Bananas” ) , sem esquecer as pérolas do cancioneiro kitsch que Os Incríveis  sempre transformava em sucesso como "El Relicário" , "O Vagabundo" , "Czardas" , "Sem Vergonheira" , e "O Milionario".


Os Incriveis - foto Paulo Mello
Os Incríveis - Uma Trajetória Inesquecível

Na festa de arromba cantada por Erasmo Carlos em 1965 aparece o conjunto The Clevers tocando no terraço enquanto os Jet Blacks tocavam no salão. The Clevers era um conjunto de rock instrumental nascido em 1962 e criado pelos então garotos Manito, Netinho, Mingo, Risonho e Neno.  Numa época em que os jovens ouviam Elvis Presley, Paul Anka ou o brasileiro Roni Cord, com muito rock abolerado, o conjunto The Clevers conseguiu fazer sucesso com algo que parecia improvável: a gravação de El Relicário, um clássico do cancioneiro espanhol em ritmo de twist. O nome que consagrou o conjunto que até hoje leva público as teatros, clubes e festas só surgiu dois anos depois: em 1964 o The Clevers adotou o nome brasileiro de Os Incriveis depois de uma excursão por 35 cidades italianas acompanhando Rita Pavone, a grande estrela do rock dos anos 60.

Mas, foi ainda com o nome de The Clevers que eles começaram a fazer história. Antes de Roberto e Erasmo “estourarem” com o programa Jovem Guarda, o conjunto fazia na mesma TV Record , em 1963 , o “Clevers Shows”, uma tentativa que a TV fazia para manter o público que ficou órfão com a aposentadoria precoce de Celly Campello e seu “Crush em HI FI”. Foi nesse programa de televisão que The Clevers lançou o sucesso O Milionário, música que até hoje é muito executada.

Sempre à frente de seu tempo, o conjunto Os  Incríveis  fez outra façanha em 1964: durante nove meses participou do programa “ Sábados Continuados” numa televisão de Buenos Aires. E confirmando o sucesso internacional que já havia acontecido na Itália, os brasileiros gravam um LP em espanhol com o título “Los Increibles”.

Na volta ao Brasil, em 1965, participam do começo do programa Jovem Guarda e, quando Nenê entra no lugar de Neno, o grupo vai para TV Excelsior apresentar seu novo programa. O peso desse programa pode ser medido pela qualidade de seus sucessivos diretores: Brancato Jr, Carlos Manga, Carlos Imperial e Abelardo Figueiredo. Os temas internacionais que o conjunto tocava revelavam , também , a vontade de estar na estrada . Era difícil manter o conjunto em São Paulo. Em 1966, lá foram eles de novo para a Europa animando os passageiros de um navio que fazia cruzeiros pelo Mediterrâneo. Foi nesse ano que Os Incríveis gravaram outro grande sucesso: O Vendedor de Bananas, do, então, Jorge Ben. Na volta ao Brasil, o conjunto ancorou na TV Tupi mas, as amarras eram frouxas e lá foram nossos meninos para o Japão . Fizeram shows e até gravaram um disco cantando em japonês.

Apesar do sucesso enorme, o grupo enfrentou seu primeiro problema com a mídia ao gravar; em 1969, o hino Eu Te Amo Meu Brasil. Eram os anos de chumbo da ditadura brasileira e a patrulha ideológica reprovou com veemência o triunfalismo dessa marchinha ingênua da dupla, Dom e Ravel. Quando o conjunto completou dez anos, em 1972, os músicos se separaram, buscando novos horizontes e novos sons. Netinho por exemplo, criou o grupo Casa das Máquina, de memorável trajetória, e Manito continuou entusiasmando o público com seu sax rasgado.

A primeira fase de existência de Os Incríveis durou dez anos.  A primeira separação também durou dez anos. Em 1982, a banda voltava a se reunir e gravou um LP de reencontro. Não passou disso. E vieram outros dez anos de ostracismo até que a estagnação da música popular brasileira abriu espaço para os revivals. Já que o presente não estava bom, então, “viva a nostalgia”. Cansados de mais dez anos de ócio, o grupo se reúne para um sensacional retorno e lota a casa que era fashion na época, o Aeroanta de São Paulo. Mas ainda não estava na hora do eterno retorno. Mingo veio a falecer e Netinho passou por uma experiência traumatizante que, por isso mesmo, acabou dando um novo impulso à sua carreira. Há mais de 15 anos ele teve um câncer nas cordas vocais, fez uma operação bem sucedida, ficou com a voz afônica e passou a ajudar instituições que cuidam de crianças carentes portadores de câncer. Esse renascimento deu novo impulso à carreira dos Incríveis. Em 1996, a casa de espetáculos Tom Brasil, em São Paulo, apresentou o show “Jovem Guarda – Novo de Novo” e durante quatro semanas os músicos que faziam sucesso nos anos 60 receberam nova consagração. Lá estavam Os Incríveis ao lado de Wanderléa, Eduardo Araújo, Martinha, Golden Boys, num show que rendeu 2 CDs e um vídeo , sem contar que a coletânea  em CD “ 30 anos de Jovem Guarda”  fez com que a música “ Era um garoto que como eu amava os Beatles eos Rolling Stones” voltasse ás paradas de sucesso, com mais de 150 mil discos vendidos.

Paralelamente a esse sucesso de palco, Netinho vem se dedicando à nobre causa de ajudar o CACC - Centro de Apoio à Criança Carente com Câncer. Para tanto, Netinho repetiu em 1999, a festa de arromba de Erasmo Carlos e reuniu os amigos dos anos 60 para gravar o CD “ Deus Abençoe as Crianças” com músicas feitas especialmente para o disco . A canção título pode ser considerada uma espécie de “We’re the World” jovenguardista e contou com a participação de 32 dos mais conhecidos cantores da atualidade: Elba Ramalho, Fábio Júnior, Ronnie Von, Wanderléa, Guilherme Arantes, Sérgio Reis e Jair Rodrigues, entre outros. O objetivo principal: arrecadar fundos para o CACC. O disco é um sucesso e continua sendo vendido.

Às vésperas de completar 40 anos de existência, o conjunto Os Incríveis lançou seu primeiro disco gravado no formato de CD pela Continental East West, o CD Os Incríveis Ao Vivo, preenchendo também uma outra lacuna: fazia 20 anos que esse conjunto precursor da Jovem Guarda não produzia um disco novo.

O disco foi gravado numa noite histórica. Era 12 de julho de 2000 e o conjunto , aproveitando a boa maré trazida pela revival da Jovem Guarda , conseguiu lotar o teatro Politheama, em Jundiaí, com um público que também amava os Beatles e os Rolling Stones e teve a sorte de acompanhar de longe a guerra do Vietnã que matou o personagem da música de maior sucesso dos Incríveis: “Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rollings Stones”. A energia que pulsou entre músicos e platéia foi gravado e resultou neste surpreendente CD  . E surpreendente por vários motivos. Primeiro, porque o conjunto que nasceu em 1962 não perdeu seu vigor nem seu estilo. Em segundo lugar, pode ser apontado o fato de o enorme Politheama de Jundiaí, em São Paulo estar lotado. Afinal, um país que é sempre acusado de não ter memória, de não preservar seu passado, conseguiu resgatar um conjunto que foi bastante significativo no seu contexto e continua acariciando corações e mentes com a nostalgia de seu repertório e com a ingenuidade do tempo em que se consagrou. Os aplausos que acompanham o final de cada faixa do CD Os Incríveis ao vivo, demonstram a satisfação que o público teve ao reencontrar seus ídolos e suas canções .

Com a atual formação, o conjunto Os Incríveis tem cumprido uma extensa lista de shows por todo o Brasil, reconquistando o carinho dos antigos fãs e obtendo um grande sucesso junto ao público jovem, que está descobrindo a contagiante musicalidade produzida por Netinho, Sandro Haick, Leandro e Wilson Teixeira. 

Mas, daqui prá frente, tudo vai ser diferente, Os Incríveis começam a escrever as novas páginas de uma biografia de um conjunto que está comemorando 50 anos de existência e que continua na memória de toda uma geração que há 50 anos vibra com o som de Netinho, e agora, Leandro, Sandro e Wilson Teixeira.

Os garotos que amavam Os Incríveis dos anos 60 vão ficar na torcida esperando o mais rápido possível, o CD com as músicas novas, que em breve estará no mercado, o primeiro disco com a atual formação .

Eles são mesmo Incríveis.

Wladimir Soares  


SERVIÇO:

Os Incríveis, 50 anos
Dia: quinta-feira, 14 de julho
Horário: 20h
Fulana Restaurante
Av. Luís Dumont Villares, 651
Jardim São Paulo - SP
Tel: 11 2283-6575 (reservas)
Lotação: 240 lugares
Estacionamento: Valet (R$ 10,00)
Duração do espetáculo: 60 min (aproximadamente)
Show com jantar sistema Buffet: R$ 90,00 por pessoa (não inclusos a bebida e serviço)
Convites antecipados R$ 85,00 por pessoa (não inclusos a bebida e serviço) pelo telefone 11 2283-6575
Cartões de débito: RedeShop, Visanet, Maestro
Cartões de crédito: MasterCard, Visa, Amex, Diners
Sala de recreação infantil monitorada
Acesso para deficientes físicos
Ar Condicionado
Conexão Wi-Fi e Telão

Obs.: Buffet com: Antepastos, Entradas variadas e saladas, Pratos quentes da gastronomia Mediterrânea, incluindo a tradicional Paella e Sobremesas diversas.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Sem sustos, Vettel sobra no GP da Europa e estica seu domínio no ano

Em casa, Fernando Alonso cruza em segundo e confirma subida da Ferrari; Webber chega em terceiro, e Massa, com problema nos boxes, é o quinto




Desta vez não teve chuva, não teve safety car, não teve interrupção e, principalmente, não teve erro na última volta. As ruas de Valência recolocaram a Fórmula 1 em seu ritmo normal neste domingo, e Sebastian Vettel retomou sua rotina de vitórias – foi a sexta em oito etapas da temporada 2011. O alemão da RBR largou na pole position e, enquanto os rivais se revezavam nas posições atrás dele, venceu o GP da Europa de ponta a ponta, sem sustos ou surpresas. Se uma bobeada no fim lhe custou a primeira posição no Canadá, agora Vettel não deu bola nem para a nova e polêmica regra do mapeamento dos motores: tratou de carregar seu carro até a linha de chegada e esticou a supremacia no campeonato, com 77 pontos de vantagem na liderança

Se a nova regra da FIA tinha o objetivo de reduzir o domínio da equipe austríaca, ao menos em Valência a estratégia não teve efeito. Mas deu para perceber que a Ferrari – e não a McLaren – se consolida como o time mais disposto a incomodar a RBR no campeonato. Tanto que atrás de Vettel cruzou Fernando Alonso. Correndo em casa, o espanhol passou a prova toda disputando posição com Mark Webber, que completou o pódio em terceiro.

Vettel GP de Valência (Foto: Reuters)
Vettel mantém a rotina de comemorar vitórias na temporada 2011 da F1

Só então apareceu uma McLaren: a de Lewis Hamilton, quarto colocado. Felipe Massa, que teve problemas em sua segunda parada nos boxes, chegou em quinto, espremido entre a McLaren de Hamilton e a de Button, sexto colocado. O brasileiro Rubens Barrichello, da Williams, foi o 12º.

Os pilotos descansam no próximo fim de semana e voltam à pista no dia 10 de julho, para o GP da Inglaterra, em Silverstone.



Se o GP do Canadá começou no ritmo do safety car, o público em Valência viu uma largada de verdade (confira no vídeo). Enquanto Vettel pulou na frente, Massa saltou para terceiro, ultrapassando de uma só vez Hamilton e Alonso. Ainda tentou cortar Webber, mas o australiano lhe fechou a porta, e Alonso aproveitou para dar o troco, recuperando a terceira posição. O inglês da McLaren caiu de terceiro para quinto e logo ganhou companhia do colega de equipe: Button, que tinha perdido a sexta posição para Rosberg na largada, respondeu na sexta volta.

Na 13ª volta, começaram as paradas. Hamilton foi o primeiro do pelotão da frente a ir para os boxes, seguido por Webber, Vettel e Alonso. Massa sentiu o gosto da liderança e parou pouco depois, na 16ª. Voltou em quinto lugar, entre Hamilton e Button.

Schumacher, que voltava dos boxes, forçou para cima de Petrov e viu o russo levar parte da sua asa dianteira. Teve de retornar para trocar o bico inteiro da sua Mercedes e disse adeus à chance de uma boa corrida.

alonso GP de Valência (Foto: Reuters)
Alonso festeja o segundo lugar

O pelotão da frente manteve suas posições até a 21ª volta, quando Alonso deu o bote para cima de Webber. No fim da reta, o espanhol abriu a asa móvel traseira, passou pelo australiano e assumiu o segundo lugar, para delírio da torcida.

Massa ganhou a quarta posição quando Hamilton parou de novo. Mas a Ferrari voltou a complicar a vida do brasileiro nos boxes. Se a primeira parada tinha sido boa, com 3.7s, a segunda teve problemas na roda traseira esquerda e levou 8,6s. Voltou na mesma quinta posição, mas se estava brigando com Hamilton pela quarta, passou a se defender de Button na luta pela sexta. Para sua sorte, o inglês reclamava com a McLaren sobre seu Kers.

Enquanto isso, lá na frente, Vettel já começava a ver no horizonte os 25 pontos da vitória. Na 34ª volta, o alemão fez a melhor da corrida até então, com 1m42s420. Atrás dele estava novamente Webber, que tinha tomado a vice-liderança de Alonso após a segunda parada. Mas o troca-troca entre o australiano e o espanhol continuou nas paradas seguintes. Alonso retomou a segunda posição e abriu um certo conforto para a RBR que vinha atrás, mas não conseguia chegar nem perto da que estava à frente. Assim desenhou-se o pódio em Valência.

Massa não conseguiu ganhar a posição de Hamilton e ficou espremido entre as duas McLarens. Pagou caro pela demora da Ferrari na segunda parada e cruzou em quinto.

Confira a classificação final do GP da Europa:

1. Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m46s179
2. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m44s328
3. Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m49s038
4. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m43s467
5. Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m44s479
6. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m42s340
7. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m44s301
8. Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - 1m44s245
9. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - 1m43s952
10. Nick Heidfeld (ALE/Renault-Lotus) - 1m44s467
11. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari) - 1m46s046
12. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - 1m44s907
13. Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - 1m44s568
14. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - 1m45s043
15. Vitaly Petrov (RUS/Renault-Lotus) - 1m45s356
16. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1m45s901
17. Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m48s419
18. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth) - 1m45s603
19. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault) - 1m49s606
20. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault) - 1m49s785
21. Timo Glock (ALE/MVR-Cosworth) - 1m48s109
22. Jerome D'Ambrosio (BEL/MVR-Cosworth) - 1m47s799
23. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth) - 1m48s296
24. Narain Karthikeyan (IND/Hispania-Cosworth) - 1m49s548

---------------
Fonte: Globo.com

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Adriana Godoy comemora 15 anos de carreira no dia 1 de julho no Tom Jazz

AdrianaGodoy - foto Ana Luiza Suzigan
Paulistana, filha do maestro e compositor Adylson Godoy e da cantora Silvia Maria, sobrinha de Amilton Godoy, pianista do Zimbo Trio e Amilson Godoy, maestro e produtor cultural. Adriana Godoy prova ter herdado o talento musical e o bom gosto da família em sua carreira, que chega aos 15 anos e ganha show comemorativo no Tom Jazz no dia 1º de julho.

No espetáculo comemorativo dos seus 15 anos de carreira, Adriana contará com a participação especial de artistas que a ajudaram de perto a escrever sua história, como o pianista, maestro e compositor, Adylson Godoy, seu pai, com quem possui intimidade musical rara e explicita, e a interprete Silvia Maria, sua mãe, que estará festejando com música a influência na trajetória da filha.

Outro convidado é o pianista Frederico de Godoy, seu primo, com quem Adriana apresenta o tema instrumental , “Colorindo” ( de Amilson Godoy, seu tio, pai de Frederico), com arranjo escrito pelo pianista para voz, piano e violoncelo.

A maturidade e sensibilidade peculiar da cantora e musicista Adriana Godoy poderão ser conferidas em um repertório que busca mapear a diversidade da música brasileira, com conhecidos e novos compositores e sempre trazendo sonoridades poéticas em caráter jazzístico ao espetáculo. As músicas escolhidas para a comemoração dos seus 15 anos de carreira vêm do seus dois trabalhos, assim como de projetos dos quais participou, pontuando compositores fundamentais da sua trajetória e formação musical: Tom Jobim, Edu Lobo, Rosa Passos, Fátima Guedes, Rafael Altério, Adylson Godoy, Baden Powell, Ivan Lins, Dino Galvão Bueno.

Repertório:

1. “Marco”, Rosa Passos e Sérgio Natureza
2. “Abandono”, Rafael Altério, Rita Altério e Marcos Paiva
3. “É Demais Sonhar Você”, Adylson Godoy
4. “Medley “ Baden: Tem Dó, Consolação, Berimbau”
5. “Mea Culpa”, Elton Medeiros e Dino Galvão Bueno
6.  “Samba da Partida”, Herminio Bello de Carvalho e Baden Powell
7. “Passarim”, Tom Jobim
8. “Garrafas ao Mar”, Fátima Guedes
9. “Canto Triste”, Edu Lobo e Paulo César Pinheiro
10. “Risco” Joyce e Léa Freire
11. “Cordilheira”, Djavan
12. “Daquilo Que eu Sei”, Ivan Lins e Vitor Martins
13. “Preta Porte de Tafetá”, João Bosco e Aldir Blanc
14. “Tristeza que se Foi”, Adylson Godoy
15. "Colorindo", Amilson Godoy.

Mais sobre Adriana Godoy

Sua vivência como musicista foi iniciada aos sete na Escola de Piano Magdalena Tagliaferro (SP) até a descoberta de seu instrumento – a voz- aos dezenove anos, dedicando-se ao estudo de técnica e interpretação, com Maria Alvim e na Universidade Livre de Música Tom Jobim, de 1996 a 2000.

Durante sete anos (1998-2005) apresentou o show "Canto, Piano e Canções" com Adylson Godoy Trio- de seu pai. Depois passou a dividir arte e palco com importantes nomes da música brasileira. Entre eles Alaíde Costa, Amilson Godoy e Grupo Sinfônico Arte Viva, Banda Sinfônica Jovem (SP), Carlos Lyra, Eduardo Gudin, diretor Fernando Faro, Filó Machado, João Donato, Joyce, diretor José Possi Neto, Maestro Júlio Medaglia e Orquestra de Cordas Theatro Municipal de São Paulo, Luiz Roberto Oliveira, Marcos Valle, produtor Manuel Barenbein, Miúcha, Maestro Roberto Sion e Orquestra Jovem Tom Jobim, Renato Brás, Roberto Menescal, Rosa Passos, Sérgio Cabral, Swami Jr., Theo de Barros, Zimbo Trio. Ao lado de Zimbo Trio em setembro de 2009, recebeu do Governo Municipal de La Paz, Bolívia, um certificado de reconhecimento cultural por sua participação no VIII La Paz Fest Jazz Internacional, "Música de Libertad".

Adriana é professora de canto popular no CLAM (escola de música do Zimbo Trio) e professora convidada da Faculdade Santa Marcelina (SP) para "banca de avaliação" dos alunos de bacharelado em canto popular. Em 2009, na TV Cultura (SP), participou do Programa - MOSAICOS - A Arte de Paulo Vanzolini. E do programa MÓBILE, ao lado do compositor e maestro Luiz Roberto Oliveira, com direção de Fernando Faro.

Os CDs de Adriana Godoy

CD Todos os sentidos - 2003

Neste trabalho Adriana enaltece suas raízes e influências. Cantou o lirismo e beleza da música brasileira.

Entre compositores interpretados estão Tom Jobim, Ivan Lins, Waldir Azevedo, Lenine, Filó Machado, Celso Viáfora e Fátima Guedes. Possui participação especial de Amilton Godoy e Amilson Godoy. Com arranjos assinados por Adylson Godoy e produção musical de Adriana, o CD TODOS OS SENTIDOS, firmou Adriana Godoy, como uma das grandes intérpretes brasileiras de sua geração.

CD Março – 2010

A maturidade adquirida nestes 15 anos dedicados à música é evidente neste trabalho - sensibilidade musical que compartilha com os músicos nos arranjos e improvisações.Produzido por Adriana Godoy, o CD recebeu o apoio do Prêmio ProAc 2008, através da Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo.

Seu lançamento aconteceu no Tom Jazz, em São Paulo, em julho de 2010. O Cd contou com as participações especiais de Elton Medeiros (voz), Dino Galvão Bueno (violão e voz), Filó Machado (voz), Julio Cerezo Ortiz (cello), Léa Freire (flauta), Daniel D’Alcântara (flugelhorn), Triálogo (Debora Gurgel: piano- Itamar Collaço:baixo- Pércio Sápia: bateria) e Silvia Maria (voz).

Desenvolvido sem a preocupação com referências e sim expressão rítmica e interpretativa, o CD valoriza a postura de Adriana como instrumentista vocal e a afirma como uma das grandes intérpretes brasileiras de sua geração. No repertório, releituras de autores contemporâneos do cenário musical paulista e carioca. Sua escolha está na  admiração que possui por suas obras e como determinada composição sensibilizou a intérprete. Reforçando forte aval de seu trabalho apresenta composições inéditas, do compositor carioca Elton Medeiros em parceria com o compositor paulista Dino Galvão Bueno, de Fátima Guedes, de Debora Gurgel e dos jovens Vinicius Calderoni, Tó Brandileoni e Dani Gurgel.

"Adriana Godoy, 15 anos"
Direção artística: Pedro Altman
Direção Musical e arranjos: Debora Gurgel
Baixo: Daniel Amorin
Bateria: Christiano Rocha
Violoncelo: Adriana Salles


Dia: sexta-feira, 1 de julho
Horário: 22h

TOM JAZZ
Av. Angélica, 2331 - Higienópolis - São Paulo
Tel (+55) (11)  3255 0084  
Lotação: 200 lugares
Estacionamento com manobrista: R$ 15,00
Duração do espetáculo: 80 min (aproximadamente)
Censura: 18 anos
Couvert artístico: R$ 35,00
Venda antecipada: – Ingresso Rápido – Tel: 4003-1212
Cartões de débito: RedeShop, Visanet, Maestro
Cartões de crédito: MasterCard, Visa, Credicard, Diners
Acesso para deficientes físicos
Ar Condicionado

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Tabela do Campeonato Mundial de F1 - Pilotos

Posição
Piloto
País
Equipe
Pontos
Vitórias
1
Sebastian Vettel
ALE
RBR-Renault
161
4
2
Jenson Button
ING
McLaren-Mercedes
101
1
3
Mark Webber
AUS
RBR-Renault
94
0
4
Lewis Hamilton
ING
McLaren-Mercedes
85
1
5
Fernando Alonso
ESP
Ferrari
69
0
6
Felipe Massa
BRA
Ferrari
32
0
7
Vitaly Petrov
RUS
Renault-Lotus
31
0
8
Nick Heidfeld
ALE
Renault-Lotus
29
0
9
Michael Schumacher
ALE
Mercedes
26
0
10
Nico Rosberg
ALE
Mercedes
26
0
11
Kamui Kobayashi
JAP
Sauber-Ferrari
25
0
12
Adrian Sutil
ALE
Force India-Mercedes
8
0
13
Sebastien Buemi
SUI
STR-Ferrari
8
0
14
Jaime Alguersuari
ESP
STR-Ferrari
4
0
15
Rubens Barrichello
BRA
Williams-Cosworth
4
0
16
Sergio Pérez
MEX
Sauber-Ferrari
2
0
17
Paul di Resta
ESC
Force India-Mercedes
2
0
18
Jarno Trulli
ITA
Lotus-Renault
0
0
19
Jerome D'Ambrosio
BEL
MVR-Cosworth
0
0
20
Timo Glock
ALE
MVR-Cosworth
0
0
21
Heikki Kovalainen
FIN
Lotus-Renault
0
0
22
Pastor Maldonado
VEN
Williams-Cosworth
0
0
23
Vitantonio Liuzzi
ITA
Hispania-Cosworth
0
0
24
Narain Karthikeyan
IND
Hispania-Cosworth
0
0
25
Pedro de la Rosa
ESP
Sauber-Ferrari
0
0

Graça Marinho

Graça Marinho
Aldeia da Serra e San Diego/USA